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Blog do Zé Ferreira
 

Quase no Gauchão

A semana não está ajudando a dupla Ave-Cruz, mas vamos confiar que a turma vai dar conta do recado na hora certa.

Coleguinhas do Jornal da Manhã, de Ijuí, dizem que o São Luiz vem embalado. Não duvido, considerando que lá estão Beto Campos e Darley. Já o Esportivo, de Bento, não foi convincente contra o Avenida.

São Luiz x Avenida, em Ijuí; Santa Cruz x Esportivo, em Venâncio Aires. Dia 17 começa o Gauchão.



Escrito por José Carlos Ferreira às 15h39
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Estátua de Santo? Duvido!

Aposto uma Bohemia como essa tal de estátua do São João Batista não vinga. O ruim disso é que vai ser assunto pra muito tempo aqui na Santinha.

Enquanto isso, cadê os feitos do governo? Me refiro a feitos que surtam algum efeito prático e positivo na vida da maioria da pessoas do município. A grande obra do primeiro ano do governo, o asfaltamento do acesso ao Parque de Eventos (quais?), ficou pela metade.

E ainda vão pelo menos mais 3 anos desse embuste. Mas admito que na eleição não havia muita escolha. Eu anulei meu voto (terrível!).



Escrito por José Carlos Ferreira às 15h21
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Bandidos em Bento

O vandalismo e a baderna que se registram em Bento Gonçalves é bandidagem e não coisa de torcedor. Aliás, são atitudes que se vê antes e depois de cada jogo no Beira-Rio e no Olímpico. E tem dirigente, como o patético assessor de Futebol do Grêmio, Luiz Onofre Meira, que considera essas ações "normais", o que só estimula essa vagabundagem a seguir com essas atitudes. Polícia e cadeia pra esses vagabundos! E dirigente incompetente, fora do futebol!



Escrito por José Carlos Ferreira às 15h13
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Do Painel da Folha de S.Paulo de hoje

Tiroteio

"Nenhum "troglodita de direita" será candidato a presidente em 2010 porque já estão todos, a começar por Sarney e Collor, aboletados no palanque de Dilma Rousseff."


Do líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), comentando declaração feita pelo presidente da República.



Escrito por José Carlos Ferreira às 10h07
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Dupla Ave-Cruz

Tenho ouvido indagações sobre a média de idade dos grupos de jogadores de Avenida e Santa Cruz, preocupação que aflora em pessoas que acham que jogadores com mais de 30 anos não sustentam uma campanha linear no campeonato. Em primeiro lugar, quem não resiste mais de 45 minutos em campo nem é contratado. Segundo, os grupos ainda não estão fechados e se os mais velhos chegaram antes é porque as negociações com estes têm sido mais simples e rápidas. Terceiro, tem muito jogador mais jovem em atividade em clubes de certames nacionais e regionais (as copinhas), e os acertos ficam para mais perto da época de abertura da temporada da dupla Ave-Cruz. Tudo indica que Santa Cruz do Sul terá dois times competitivos no Gauchão e, o que é melhor, seguimento de trabalho no segundo semestre de 2010, o que é bom para a rivalidade (sadia) municipal, para a vida dos dois clubes e para o movimento de diversos setores da economia local.



Escrito por José Carlos Ferreira às 09h48
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Mutilação do Poliesportivo

Ainda não tenho uma foto para colocar aqui no blog, mas esta semana arrumo uma, para mostrar a verdadeira mutilação que o Corpo de Bombeiros solicitou, a atual administração do município permitiu e a Assemp, gerente da Oktoberfest, está fazendo no Ginásio Poliesportivo de Santa Cruz do Sul. Um verdadeiro corte do bom senso. Retiraram seis lances de arquibancada do local mais nobre do ginásio em nome de uma alegada necessidade de mais saídas de emergência para possibilitar a ampliação da capacidade de lotação do prédio. Inaceitável e lamentável.

Quer dizer que, para caber mais 3.000 pessoas dentro do ginásio, é necessário retirar o espaço onde sentariam pelo menos 300 pessoas? Mas que matemática e que engenharia são essas? Tudo para acomodar os shows da próxima Oktoberfest, que começa no dia 7 de outubro. Ora, o Poliesportivo já recebeu 12.000 pessoas em um show da Banda Eva, 11.000 num do Skank e 10.500 na maior lotação dos bons tempos do basquete do Corinthians, e não houve qualquer problema. Agora o mutilam em nome de uma patética e falsa noção de segurança.

E quem vai pagar a conta é o mesmo cidadão que vai pagar a conta da iluminação pública a partir do ano que vem e, no futuro bem próximo, a água privatizada. Guarde o seu dinheiro aí e espere para ver.



Escrito por José Carlos Ferreira às 09h37
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Que tempão!

É, dois meses depois, retorno ao blog sem que o Fernandão, tema do último post, tenha retornado ao Internacional. Não se entenderam, ele e o Fernando Carvalho, e o Colorado perdeu um baita reforço para o vestiário. O time continua patinando, ainda dentro do G-4, sem conseguir se firmar como candidatíssimo ao título do Brasileirão. E, enquanto isso, o Goiás, agora com Fernandão e Iarley, vai chegando de novo. SACODE INTER!!!



Escrito por José Carlos Ferreira às 09h28
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Sobis e Fernandão, o retorno

Ninguém confirma, mas os movimentos indicam: os atacantes Fernandão e Rafael Sobis podem voltar a vestir a camiseta do Internacional em breve. Sobis está em Porto Alegre se recuperando, com auxílio da estrutura do Beira-Rio, de uma cirurgia no joelho. Na segunda-feira passada, dia 13, ele teria dito, em resposta a uma provocação de um torcedor colorado, a seguinte frase: "Em janeiro tem pré-temporada em Bento (Gonçalves)". Confira a história sobre as circunstâncias dessa declaração no blog do colega Diogo Olivier aqui.

Já Fernandão está descontente em sua relação com Al-Gharafa, do Qatar, e pode rescindir o contrato com o clube. Assim, estaria aberta a porta para o seu retorno ao Brasil, onde a preferência seria pela volta ao Internacional. Seria um reencontro de lotar o Aeroporto Salgado Filho. Mas Fernandão teria propostas de outro clube do Qatar e de italianos.

Os colorados têm o direito de sonhar com o retorno dos seus craques de 2006, ano das conquistas da Libertadores e da América. Enquanto isso, a direção colorada tem o dever de arrumar a casa e evitar uma crise em pleno Campeonato Brasileiro, às vésperas do Gre-Nal 377.



Escrito por José Carlos Ferreira às 15h05
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Eu não sou jornalista

Na verdade, eu sou jornalista, mas o cara que escreveu esse artigo aqui não é e faz uma reflexão interessante sobre a queda da obrigatoriedade do diploma para exercício do jornalismo e o futuro da profissão. Confira Eu não sou jornalista, de Rafael Rodrigues, no Digestivo Cultural.



Escrito por José Carlos Ferreira às 14h54
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Despedida merecida

Foi espetacular a despedida de Michael Jackson. Show muito bem organizado no Staples Center em Los Angeles e ao mesmo muito simples, lembrando que se tratava de um funeral e não da comemoração de um grande feito. Michael e seu fãs mereceram um espetáculo como esse de terça-feira, 7.



Escrito por José Carlos Ferreira às 15h53
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Mais do mesmo

A cafajestice do Lair Ferst só é superada pera gigantesca incapcidade do governo e do PSDB para desmascará-lo. A governadora Yeda Crusius conseguirá arrastar as dúvidas sobre a sua última campanha até a próxima, quando poderá ser tarde dar explicações. Está escancarado que nem a oposição confia no que Lair diz, mas inabilidade comunicativa do governo deixa brecha ara o barulho dos pedidos de impeachment e de CPI. Os gaúchos não precisavam assistir a essa novela grotesca.



Escrito por José Carlos Ferreira às 15h50
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O que o Grupo RBS diz sobre o diploma

Fonte: Coletiva.net

Grupo RBS considera positiva a queda do diploma para jornalista

Para a empresa, medida encerra reserva de mercado que restringia a livre expressão.

O Grupo RBS considera positiva a não-obrigatoriedade do diploma para jornalista, “por encerrar uma reserva de mercado que restringia a livre expressão”. Entretanto, em nota ao portal Coletiva.net, a assessoria de imprensa da empresa afirmou que “o grupo seguirá valorizando as contratações de profissionais com formação superior em jornalismo”.

De acordo com o texto, a RBS entende que, “diferentemente do que se possa crer à primeira vista, o fim do diploma só faz crescer a responsabilidade das escolas de comunicação com a qualidade do ensino de jornalismo e com a necessidade de se formar profissionais com alta qualificação”.

A nota finaliza com a declaração de que, “em um mercado crescentemente competitivo, que se transforma e evolui, a identificação dos melhores profissionais formados pelas melhores escolas é fundamental. Por isso, os veículos do grupo, que já contam com rigorosos processos de seleção de jornalistas, seguirão em busca daqueles profissionais capazes de produzir e levar aos nossos públicos a melhor oferta de informação e entretenimento possível.”

No último dia 17, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência do diploma em Jornalismo para o exercício da profissão. Dos 11 ministros da casa, nove julgaram o Recurso Extraordinário 511961, que foi impetrado , em dezembro de 2006, pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. O placar final do Pleno ficou em oito votos contra e um a favor do diploma. Votaram contra os ministros Gilmar Mendes, Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowiski, Eros Graus, Carlos Ayres Britto, Cezar Pelluso, Ellen Gracie e Celso de Mello. O único voto a favor foi o do ministro Marco Aurélio. Os ministros Joaquim Barbosa e Menezes Direito não participaram da sessão.



Escrito por José Carlos Ferreira às 20h00
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Exercício do jornalismo

Venho na carona do Espaço Aberto exibido pela Globo News na última quinta-feira, dia 2, e reprisado hoje, que abordou o fim da obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão de jornalista no Brasil. No programa comandado pela jornalista Miriam Leitão, Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, disse que a empresa vai "flexibilizar" a admissão de alunos em seus programas de estágio a partir do ano que vem. Ele antecipou, assim, que egressos de áreas diversas serão admitidos como estagiários de comunicação do Estadão, o que até este ano era exclusividade dos alunos do último período de Comunicação.

Carlos Alberto Messeder, diretor do curso de Comunicação da ESPM/RJ, disse que as universidades terão de repensar a estrutura de formação nos diferentes níveis. Ele entende que os programas de pós-graduação em Comunicação deverão ser desenvolvidos para receber cada vez mais egressos de áreas diversas. Diplomados em, por exemplço, ciências sociais, ciências bilógicas e ciências jurídicas, encontrariam conteúdos técnicos nos pós em Comunicação para atuar em segmentos especializados da mídia. Os cursos de graduação em Comunicação seguiriam exisitindo com a capacidade de formação mais ampla no desenvolvimento e uso das mídias, com seus conteúdos tecnicistas e humanisticos.

No princípio da discussão judicial sobre a obrigatoriedade ou não do dilploma para o exercício da profissão de jornalista, manifestei que a concorrência sempre esteve aí. Há muito tempo jornalistas com maiores e menores - às vezes nenhuma - qualificações dividem os postos de trabalho entre si e com colaboradores (sem diploma, mas recepcionados pela lei que regulamenta o exercício da profissão), e também com estagiários e "leigos", todos se tolerando, sem alusões a uns serem mais ou menso do que os outros pela posse ou não do diploma. Um dos argumentos do Supremo Tribunal Federal para derrubar o diploma foi justamente este, o de regularizar uma prática vigente dentro das empresas de comunicação.

À decisão do Supremo se seguiram dezenas de manifestações de repúdio contra ela, notadamente entre os estudantes de Comunicação Social. As manifestações da categoria pouco passaram além de notas oficiais das entidades de representação sindical. Houve muitas manifestações individuais em meios como MSN, Twitter e Orkut, mas coletivamente, na rua e nos próprios veículos de comunicação de massa, a categoria dos jornalistas não se expôs. Isso é fruto de décadas de um sindicalismo pouco efetivo, acomodado na reserva de mercado forjada pela lei e que não soube organizar a própria categoria. Agora, quando precisou dela, a categoria estava desarticulada.

Este é o momento de se olhar o que é feito do ensino e da prática do jornalismo (como de resto de toda a Comunicação), para que a sua utilidade seja reconhecida cada vez mais e melhor aproveitada pela sociedade. Se a regulamentação da profissão surgiu muito depois da existência das próprias práticas e dos processos teóricos de desenvolvimento da comunicação, não vai ser a desregulamentação que vai impor o fim do jornalismo e dos jornalistas. A reserva de mercado acabou, mas não o conhecimento adquirido em anos de estudos, pesquisas e experiências nos cursos de graduação e pós-graduação. O no fututo? Bem, isso o próprio futuro responderá, porém todos aqueles que pensam a comunicação podem indicar o caminho.



Escrito por José Carlos Ferreira às 21h34
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Bastidores políticos em movimento

Quem quer reforçar o seu time de candidatos e apoiadores nas eleições gerais do ano que vem precisa se apressar, pois faltam menos de três meses para o fim do prazo de filiação partidária para fins eleitorais. Claro, os apoiadores odem chegar a qualquer hora, mas é bom encorpar a equipe o mais cedo possível.

É isso que todos os partidos estão fazendo nos bastidores: procurando reforços. E se o fim do prazo vai se aproximando, a movimentação nos bastidores cresce. Está interessante observar esses movimentos, pois eles já vão projetando a eleição seguinte, a municipal e quando a cena toda se completar poderemos ter surpresas. É esperar para ver.



Escrito por José Carlos Ferreira às 17h45
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Mudança de plano

Bueno, ao que tudo indica, o técnico Tite vai parar com essa ladainha de que precisa poupar jogadores no Inter "para não estourar" ninguém e vai mandar titulares contra o Náutico em Recife no domingo. Se tem alguém estressado, põe de lado, mas não dá para crer que um time inteiro vai emperrar pela sequência de jogos. Ou a preparação física não funciona. E outra: jogador que jogar sempre, cada um sabe seu limite e quando não der para suportar vai pedir para parar or um tempo. Simles assim.



Escrito por José Carlos Ferreira às 17h38
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