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A primeira seleção do Mano
(com publicações no www.twitter.com/zecaferreira - leia aqui e também siga lá) O Mano Menezes, o Luiz Antônio Venker Menezes ali de Passo do Sobrado, divulgou hoje, 26/07, a sua primeira lista de convocados para a seleção brasileira. Veja: Goleiros: Victor (Grêmio), Jefferson (Botafogo) e Renan (Avaí); Laterais: Daniel Alves (Barcelona), Rafael (Manchester United), André Santos (Fernabahçe) e Marcelo (Real Madrid); Zagueiros: Thiago Silva (Milan), Réver (Atlético-MG), David Luiz (Benfica) e Henrique (Racing Santander); Meias: Hernanes (São Paulo), Sandro (Internacional), Lucas (Liverpool), Jucilei (Corinthians), Ramires (Benfica), Ederson (Olympique Lyon), Carlos Eduardo (Hoffenheim) e Paulo Henrique Ganso (Santos); Atacantes: Robinho (Santos), Neymar (Santos), Alexandre Pato (Milan), André (Santos) e Diego Tardelli (Altético-MG). Sandro deve ser cortado com a passagem do Internacional à decisão da Copa Libertadores da América. A seleção brasileira vai renovada por @ para o amistoso com os Estados Unidos no dia 10/08em New Jersey. O @ já inicia o trabalho mirando a Olimpíada de Londres/2012 e, claro, o grande momento do futebol que será o Mundial no Brasil. Vamos ao time? 4-3-1-2: Victor; Daniel Alves, Thiago Silva, Réver e André Santos; Hernanes, Lucas, Ramires e Ganso; Alexandre Pato e Robinho. Claro, na remota possibilidade do Inter não ir à final da Libertadores, troca Hernanes por Sandro ali. Esse 4-3-1-2 éuma referência minha, já que o próprio Mano Menenezes apontou o 4-2-3-1 como seu sistema de jogo predileto, lembrando que o utilizou no Grêmio, em 2006, e foi visto também em várias equipes na última Copa do Mundo. Contudo, pelas características dos convocados, especialmente os meias de armação e os atacantes, acredito que o 4-3-1-2 vai ficar mais evidente nesse time do Mano. O @ chamou zagueiros fortes e habilidosos, todos com capacidade de se desprender com segurança e servir de opção de ligação a meia. Os volantes também são fortes na contenção e sabem sair para a aproximação com os apoiadores e o ataque. Hernanes/Lucas no balanço de saída; Ramires vai bem no desarme, sai com velocidade e aparece na área, sendo alternativa para Ganso chamar a zaga adversária e abrir o espaço. No ataque, a experiência de Robinho e a versatilidade de Alexandre Pato garantem um ataque que prenderá os marcadores lá na deles. Para o gol, previsível que Victor é o mais cotado para titular, sendo o melhor no Brasil e já tendo feito parte da seleção principal; Jefferson é aposta e Renan, do Avaí, começa a ser observado para Londres/2012. A seleção do @ principia oportunizando experiência a jovens talentos, mas dando já uma cara do que pretende para vencer em 2014. Então, que tal? Comenta aqui no blo e obrigado pela visita. Comentários via www.twitter.com/zecaferreira: Mano Menezes já começou rateando, @ ... Tá loko! E pq não chamou o Tcheco? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Da @ @ 'Muita água ainda vai passar debaixo da ponte até 2014", Dunga tinha ganho tudo até 2009. Do @ @ Isso é natural, mas o @ embarcou agora na canoa chamada seleção, o que exige ações afirmativas rápidas, senão.. Do @ @ Rever é sacanagem! Do @ @ Pode ser, mas é ele e mais 3 zagueiros nessa seleção. Do @
Escrito por José Carlos Ferreira às 19h50
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19ºC lá em Santa Cruz neste momento. Daqui a pouco um vinho vai bem, já que a Ambev não dá um jeito da Boehmia Escura chegar por aqui em quantidade suficiente.
Escrito por José Carlos Ferreira às 19h37
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Philip Morris
Naquela onda de alardes terroristas sobre o sumiço das empresas de tabaco da região de Santa Cruz do Sul, nunca ouvi manifestações de dirigentes de Philip Morris ou Souza Cruz sobre o assunto. Talvez porque essas duas companhias sequer cogitaram essa possibilidade. E nesta sexta-feira, 30 de abril, a Philip Morris anunciou investimento de R$ 113,6 milhões em novas instalações em Santa Cruz, reafirmando o seu projeto no município do qual é a maior geradora de tributos. Agora, diversificar é preciso! Disso ninguém duvida.
Escrito por José Carlos Ferreira às 19h18
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Esportivas
* Pois neste domingo, 2 de maio, tem a decisão do Gauchão. O Grêmio entra em campo com 2 a 0 sobre o Inter, resultado do Gre-Nal no Beira-Rio no domingo passado. Faltou eu lá hein! Mas quem não acredita que o Inter pode virar o placar é bom aproveitar o domingo para caminhar por aí, dormir bastante ou passear de balsa no Jacuí lá em Agudo. * A Assaf fez uma homenagem ao Rabicó pela passagem de um ano da morte do cara. Era gente boa o Rabicó, mas fez muito mal a ele mesmo. Depois de um jogo contra a ACBF, no Poliesportivo, no dia 1º de maio de 2009, teve um piripaque enquanto era entrevistado pelo Gelson Pranke, da Rádio Santa Cruz, e caiu duro no chão do ginásio. Minutos depois, faleceu no HSC. Foi parada cardíaca. Já o jogo de homenagem foi vencido pela Assaf, 5 a 1 em cima do Porto Alegre, com meia dúzia de gente no Poli. Tá difícil de engrenar uma organização esportiva que empolgue o público por aqui. * E, ao contrário do que se cogitava e esperava, Santa Cruz e Avenida não terão segundo semestre em 2010. O Galo está satisfeito com mais um Gauchão garantido e o Periquito vai se reorganizar para a Segundona. Rotinas mantidas.
Escrito por José Carlos Ferreira às 18h58
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Fonte: ABC Politiko
O herói e o antagonista Ruy Fabiano A política, como a literatura, serve-se de fórmulas e esquemas para revestir de encanto e carisma seus personagens. Tão importante quanto o herói, ensina Joseph Campbell, é o antagonista, o anti-herói. Não há como conceber um sem o outro, e o herói será tão mais fascinante quanto mais cruel for o antagonista. O antagonista fabricado pelo PT para gerar o herói Lula chama-se Fernando Henrique Cardoso. Lula é o operário que, galgando as adversidades impostas por uma sociedade injusta e preconceituosa, triunfou. Já FHC, nascido em berço esplêndido, não só desdenharia dessas dificuldades, mas se empenharia em agravá-las.
Nasce desse esquema reducionista a idéia do “eles” (as elites) e “nós” (o povão), emblema dos discursos de Lula. Aplicado à história do Brasil, dá curso à versão do “nunca antes neste país”, que precede o anúncio de todas as realizações do governo Lula.
O Brasil popular e justo, dentro desse esquematismo, foi fundado em 2002; antes, pertencia às elites, que só o exploraram. Como o vilão perde força ao ser projetado abstratamente numa classe social, é preciso dar-lhe rosto, voz, perfil. FHC encaixou-se no molde, independentemente de sua biografia o desmentir.
Em política, ensinava a velha raposa José Maria Alckimin (não confundi-lo com Geraldo Alckmin, que nem seu parente é), vale a versão, não o fato. A própria frase, cuja autoria é de Gustavo Capanema, acabou atribuída a Alckimin, que com ela entrou para a história, atestando a veracidade de seu enunciado.
Nada disso, porém, resiste a um exame, ainda que superficial. As biografias de FHC e de Lula como homens públicos os colocam lado a lado até o momento em que o primeiro chega ao poder. Fernando Henrique apoiou os movimentos operários do ABC nos anos 80, que deram visibilidade a Lula.
E Lula foi um dos cabos eleitorais de FHC nas eleições para a prefeitura de São Paulo em 1985. Estiveram juntos nas campanhas pela anistia e pelas diretas já. As divergências começaram exatamente na redemocratização, quando o PT adotou a estratégia de isolamento partidário, para “não se contaminar” com os políticos tradicionais, sustentando que não havia diferença entre Tancredo Neves e Maluf, farinhas do mesmo saco, expressões das “elites”.
Era já a construção do mito, embora o maniqueísmo não fosse ainda tão nítido, o que ocorreria exatamente nos governos de FHC. Mas, em 1º de janeiro de 2003, ao receber a faixa presidencial de Fernando Henrique – e isso está devidamente registrado nos inúmeros vídeos feitos na época -, Lula disse emocionado, abraçando seu antecessor: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”.
Durou pouco a emoção. Já no dia seguinte, José Dirceu, todo-poderoso chefe da Casa Civil, fazia menção à “herança maldita” do antecessor. A expressão foi (e ainda é) repetida à exaustão, mesmo sem qualquer fundamentação, quando dificuldades precisam ser explicadas. Os fatos mostram, no entanto, que a herança é benigna, pois garantiu a estabilidade econômica e o êxito da plataforma desenvolvimentista que o governo Lula pôde pôr em cena.
O Fome Zero capitulou à fórmula anterior da Rede de Proteção Social, implementada por Ruth Cardoso – e criticada fortemente por Lula (há vídeos também, disponíveis no Youtube, que o atestam). O Bolsa Família descende dos programas sociais do governo FHC (Bolsa Educação, Vale Gás, Vale Transporte, Vale Alimentação).
Lula reuniu-os sob rótulo único e, graças a uma logística eficaz pré-estabelecida, pôde expandi-los, como certamente continuará a fazê-lo o seu sucessor, seja lá quem for. São conquistas cumulativas – e consolidadas.
Os números triunfais de hoje na economia e a resistência do sistema bancário brasileiro ao terremoto financeiro de 2008 decorrem de medidas adotadas para consolidar o Plano Real (ao qual o PT se opôs), como a Lei de Responsabilidade Fiscal (que em maio completa 10 anos) e o Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional), igualmente combatidos por Lula e PT.
Lula mostra imenso talento na sustentação do mito. Talento raro, que o projeta como um dos mais populares governantes da história. Critica as privatizações, mas capitaliza os seus resultados econômicos e sociais, como se não houvesse conexão entre ambos. Condena o “neoliberalismo”, mas o mantém a pleno vapor, sob o comando de um ex-tucano, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que Lula queria como vice de Dilma.
O desafio presente, mais complexo, é encaixar José Serra no figurino de anti-herói. Também ele é um emergente, de origem modesta. Também ele foi um perseguido político. Nada disso, porém, o impediu de tornar-se um economista renomado, experimentado no exercício de numerosos cargos técnicos e eletivos.
Daí a opção por uma campanha eleitoral plebiscitária, que mantenha em cena o vilão FHC em contraponto ao herói Lula. É uma fórmula que já deu frutos e Lula está certo de que continuará a dá-los. O problema é que o herói (Lula) não se parece nem um pouco com Dilma, nem o vilão (FHC) com Serra.
Ruy Fabiano é jornalista e escritor
Escrito por José Carlos Ferreira às 18h34
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Sustentação do futebol - um aspecto
Aos sócios colorados: na rede de descontos em estabelecimentos conveniados ao clube em Santa Cruz do Sul, há duas clínicas de fisioterapia, uma de odontologia, um hotel fazenda e uma loja de piscinas. Para sócios gremistas não encontrei nenhuma rede de descontos em Santa Cruz. Claro, tem descontos para gremistas e colorados nas respectivas lojas revendedoras de produtos oficiais dos clubes. É descontinho, mas vale.
Ainda para sócio colorado, a rede de descontos tem: em Venâncio Aires, um dentista e um advogado; em Rio Pardo, duas escolas de cursos de informática e uma loja de material elétrico. E mais: em Pantano Grande, um cyber café; e em Charqueadas, uma distribuidora de gás. E era isso. Quer mais, vai para Porto Alegre logo. Bueno, mal ou bem, bem ou mal, são 13 opções de descontos para sócio colorado e uma para sócio gremista. É pouco?
Agora, se Grêmio e Inter atraem sócios para sustentar o futebol e oferecem precárias redes de descontos em comércio e serviços, de Avenida e Santa Cruz, que sequer a possibilidade de associação oferecem, o que esperar? Recorrem a velhas formas de sustento do futebol até findarem. Então, quando essas velhas formas se esgotam, é hora de fechar as portas. Simples assim. Nada se cria para identificação dos clubes com o público local. Ora, os clubes são locais e não têm identificações locais? Como isso é possível? Inter e Grêmio agradecem. Em Porto Alegre, sua sede e onde possui mais de 50% dos sócios do futebol, o Inter tem 300 estabelecimentos conveniados, mais ou menos, com descontos variados. Santa Cruz e Avenida não são capazes de oferecer 1/6 disso em Santa Cruz para terem quadros de sócios do futebol que no mínimo sustentem as equipes durante o período do Campeonato Gaúcho? Creio que não seja necessário um passeio a clubes da Europa para aprender como colocar um plano de sustenção do futebol baseado na associação do devotado torcedor que pode consumir bens e serviços pelo simples fato de estarem vinculados ao seu clube do coração, ganhando, ainda, um descontinho ou algo mais. Comente aí.
Escrito por José Carlos Ferreira às 01h52
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Quase no Gauchão
A semana não está ajudando a dupla Ave-Cruz, mas vamos confiar que a turma vai dar conta do recado na hora certa. Coleguinhas do Jornal da Manhã, de Ijuí, dizem que o São Luiz vem embalado. Não duvido, considerando que lá estão Beto Campos e Darley. Já o Esportivo, de Bento, não foi convincente contra o Avenida. São Luiz x Avenida, em Ijuí; Santa Cruz x Esportivo, em Venâncio Aires. Dia 17 começa o Gauchão.
Escrito por José Carlos Ferreira às 15h39
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Estátua de Santo? Duvido!
Aposto uma Bohemia como essa tal de estátua do São João Batista não vinga. O ruim disso é que vai ser assunto pra muito tempo aqui na Santinha. Enquanto isso, cadê os feitos do governo? Me refiro a feitos que surtam algum efeito prático e positivo na vida da maioria da pessoas do município. A grande obra do primeiro ano do governo, o asfaltamento do acesso ao Parque de Eventos (quais?), ficou pela metade. E ainda vão pelo menos mais 3 anos desse embuste. Mas admito que na eleição não havia muita escolha. Eu anulei meu voto (terrível!).
Escrito por José Carlos Ferreira às 15h21
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Bandidos em Bento
O vandalismo e a baderna que se registram em Bento Gonçalves é bandidagem e não coisa de torcedor. Aliás, são atitudes que se vê antes e depois de cada jogo no Beira-Rio e no Olímpico. E tem dirigente, como o patético assessor de Futebol do Grêmio, Luiz Onofre Meira, que considera essas ações "normais", o que só estimula essa vagabundagem a seguir com essas atitudes. Polícia e cadeia pra esses vagabundos! E dirigente incompetente, fora do futebol!
Escrito por José Carlos Ferreira às 15h13
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Do Painel da Folha de S.Paulo de hoje
Tiroteio
"Nenhum "troglodita de direita" será candidato a presidente em 2010 porque já estão todos, a começar por Sarney e Collor, aboletados no palanque de Dilma Rousseff."
Do líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), comentando declaração feita pelo presidente da República.
Escrito por José Carlos Ferreira às 10h07
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Dupla Ave-Cruz
Tenho ouvido indagações sobre a média de idade dos grupos de jogadores de Avenida e Santa Cruz, preocupação que aflora em pessoas que acham que jogadores com mais de 30 anos não sustentam uma campanha linear no campeonato. Em primeiro lugar, quem não resiste mais de 45 minutos em campo nem é contratado. Segundo, os grupos ainda não estão fechados e se os mais velhos chegaram antes é porque as negociações com estes têm sido mais simples e rápidas. Terceiro, tem muito jogador mais jovem em atividade em clubes de certames nacionais e regionais (as copinhas), e os acertos ficam para mais perto da época de abertura da temporada da dupla Ave-Cruz. Tudo indica que Santa Cruz do Sul terá dois times competitivos no Gauchão e, o que é melhor, seguimento de trabalho no segundo semestre de 2010, o que é bom para a rivalidade (sadia) municipal, para a vida dos dois clubes e para o movimento de diversos setores da economia local.
Escrito por José Carlos Ferreira às 09h48
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Mutilação do Poliesportivo
Ainda não tenho uma foto para colocar aqui no blog, mas esta semana arrumo uma, para mostrar a verdadeira mutilação que o Corpo de Bombeiros solicitou, a atual administração do município permitiu e a Assemp, gerente da Oktoberfest, está fazendo no Ginásio Poliesportivo de Santa Cruz do Sul. Um verdadeiro corte do bom senso. Retiraram seis lances de arquibancada do local mais nobre do ginásio em nome de uma alegada necessidade de mais saídas de emergência para possibilitar a ampliação da capacidade de lotação do prédio. Inaceitável e lamentável. Quer dizer que, para caber mais 3.000 pessoas dentro do ginásio, é necessário retirar o espaço onde sentariam pelo menos 300 pessoas? Mas que matemática e que engenharia são essas? Tudo para acomodar os shows da próxima Oktoberfest, que começa no dia 7 de outubro. Ora, o Poliesportivo já recebeu 12.000 pessoas em um show da Banda Eva, 11.000 num do Skank e 10.500 na maior lotação dos bons tempos do basquete do Corinthians, e não houve qualquer problema. Agora o mutilam em nome de uma patética e falsa noção de segurança. E quem vai pagar a conta é o mesmo cidadão que vai pagar a conta da iluminação pública a partir do ano que vem e, no futuro bem próximo, a água privatizada. Guarde o seu dinheiro aí e espere para ver.
Escrito por José Carlos Ferreira às 09h37
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Que tempão!
É, dois meses depois, retorno ao blog sem que o Fernandão, tema do último post, tenha retornado ao Internacional. Não se entenderam, ele e o Fernando Carvalho, e o Colorado perdeu um baita reforço para o vestiário. O time continua patinando, ainda dentro do G-4, sem conseguir se firmar como candidatíssimo ao título do Brasileirão. E, enquanto isso, o Goiás, agora com Fernandão e Iarley, vai chegando de novo. SACODE INTER!!!
Escrito por José Carlos Ferreira às 09h28
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Sobis e Fernandão, o retorno
Ninguém confirma, mas os movimentos indicam: os atacantes Fernandão e Rafael Sobis podem voltar a vestir a camiseta do Internacional em breve. Sobis está em Porto Alegre se recuperando, com auxílio da estrutura do Beira-Rio, de uma cirurgia no joelho. Na segunda-feira passada, dia 13, ele teria dito, em resposta a uma provocação de um torcedor colorado, a seguinte frase: "Em janeiro tem pré-temporada em Bento (Gonçalves)". Confira a história sobre as circunstâncias dessa declaração no blog do colega Diogo Olivier aqui. Já Fernandão está descontente em sua relação com Al-Gharafa, do Qatar, e pode rescindir o contrato com o clube. Assim, estaria aberta a porta para o seu retorno ao Brasil, onde a preferência seria pela volta ao Internacional. Seria um reencontro de lotar o Aeroporto Salgado Filho. Mas Fernandão teria propostas de outro clube do Qatar e de italianos. Os colorados têm o direito de sonhar com o retorno dos seus craques de 2006, ano das conquistas da Libertadores e da América. Enquanto isso, a direção colorada tem o dever de arrumar a casa e evitar uma crise em pleno Campeonato Brasileiro, às vésperas do Gre-Nal 377.
Escrito por José Carlos Ferreira às 15h05
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Eu não sou jornalista
Na verdade, eu sou jornalista, mas o cara que escreveu esse artigo aqui não é e faz uma reflexão interessante sobre a queda da obrigatoriedade do diploma para exercício do jornalismo e o futuro da profissão. Confira Eu não sou jornalista, de Rafael Rodrigues, no Digestivo Cultural.
Escrito por José Carlos Ferreira às 14h54
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