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Despedida merecida
Foi espetacular a despedida de Michael Jackson. Show muito bem organizado no Staples Center em Los Angeles e ao mesmo muito simples, lembrando que se tratava de um funeral e não da comemoração de um grande feito. Michael e seu fãs mereceram um espetáculo como esse de terça-feira, 7.
Escrito por José Carlos Ferreira às 15h53
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Mais do mesmo
A cafajestice do Lair Ferst só é superada pera gigantesca incapcidade do governo e do PSDB para desmascará-lo. A governadora Yeda Crusius conseguirá arrastar as dúvidas sobre a sua última campanha até a próxima, quando poderá ser tarde dar explicações. Está escancarado que nem a oposição confia no que Lair diz, mas inabilidade comunicativa do governo deixa brecha ara o barulho dos pedidos de impeachment e de CPI. Os gaúchos não precisavam assistir a essa novela grotesca.
Escrito por José Carlos Ferreira às 15h50
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O que o Grupo RBS diz sobre o diploma
Fonte: Coletiva.net Grupo RBS considera positiva a queda do diploma para jornalistaPara a empresa, medida encerra reserva de mercado que restringia a livre expressão.O Grupo RBS considera positiva a não-obrigatoriedade do diploma para jornalista, “por encerrar uma reserva de mercado que restringia a livre expressão”. Entretanto, em nota ao portal Coletiva.net, a assessoria de imprensa da empresa afirmou que “o grupo seguirá valorizando as contratações de profissionais com formação superior em jornalismo”. De acordo com o texto, a RBS entende que, “diferentemente do que se possa crer à primeira vista, o fim do diploma só faz crescer a responsabilidade das escolas de comunicação com a qualidade do ensino de jornalismo e com a necessidade de se formar profissionais com alta qualificação”. A nota finaliza com a declaração de que, “em um mercado crescentemente competitivo, que se transforma e evolui, a identificação dos melhores profissionais formados pelas melhores escolas é fundamental. Por isso, os veículos do grupo, que já contam com rigorosos processos de seleção de jornalistas, seguirão em busca daqueles profissionais capazes de produzir e levar aos nossos públicos a melhor oferta de informação e entretenimento possível.” No último dia 17, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência do diploma em Jornalismo para o exercício da profissão. Dos 11 ministros da casa, nove julgaram o Recurso Extraordinário 511961, que foi impetrado , em dezembro de 2006, pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. O placar final do Pleno ficou em oito votos contra e um a favor do diploma. Votaram contra os ministros Gilmar Mendes, Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowiski, Eros Graus, Carlos Ayres Britto, Cezar Pelluso, Ellen Gracie e Celso de Mello. O único voto a favor foi o do ministro Marco Aurélio. Os ministros Joaquim Barbosa e Menezes Direito não participaram da sessão.
Escrito por José Carlos Ferreira às 20h00
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Exercício do jornalismo
Venho na carona do Espaço Aberto exibido pela Globo News na última quinta-feira, dia 2, e reprisado hoje, que abordou o fim da obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão de jornalista no Brasil. No programa comandado pela jornalista Miriam Leitão, Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, disse que a empresa vai "flexibilizar" a admissão de alunos em seus programas de estágio a partir do ano que vem. Ele antecipou, assim, que egressos de áreas diversas serão admitidos como estagiários de comunicação do Estadão, o que até este ano era exclusividade dos alunos do último período de Comunicação. Carlos Alberto Messeder, diretor do curso de Comunicação da ESPM/RJ, disse que as universidades terão de repensar a estrutura de formação nos diferentes níveis. Ele entende que os programas de pós-graduação em Comunicação deverão ser desenvolvidos para receber cada vez mais egressos de áreas diversas. Diplomados em, por exemplço, ciências sociais, ciências bilógicas e ciências jurídicas, encontrariam conteúdos técnicos nos pós em Comunicação para atuar em segmentos especializados da mídia. Os cursos de graduação em Comunicação seguiriam exisitindo com a capacidade de formação mais ampla no desenvolvimento e uso das mídias, com seus conteúdos tecnicistas e humanisticos. No princípio da discussão judicial sobre a obrigatoriedade ou não do dilploma para o exercício da profissão de jornalista, manifestei que a concorrência sempre esteve aí. Há muito tempo jornalistas com maiores e menores - às vezes nenhuma - qualificações dividem os postos de trabalho entre si e com colaboradores (sem diploma, mas recepcionados pela lei que regulamenta o exercício da profissão), e também com estagiários e "leigos", todos se tolerando, sem alusões a uns serem mais ou menso do que os outros pela posse ou não do diploma. Um dos argumentos do Supremo Tribunal Federal para derrubar o diploma foi justamente este, o de regularizar uma prática vigente dentro das empresas de comunicação. À decisão do Supremo se seguiram dezenas de manifestações de repúdio contra ela, notadamente entre os estudantes de Comunicação Social. As manifestações da categoria pouco passaram além de notas oficiais das entidades de representação sindical. Houve muitas manifestações individuais em meios como MSN, Twitter e Orkut, mas coletivamente, na rua e nos próprios veículos de comunicação de massa, a categoria dos jornalistas não se expôs. Isso é fruto de décadas de um sindicalismo pouco efetivo, acomodado na reserva de mercado forjada pela lei e que não soube organizar a própria categoria. Agora, quando precisou dela, a categoria estava desarticulada. Este é o momento de se olhar o que é feito do ensino e da prática do jornalismo (como de resto de toda a Comunicação), para que a sua utilidade seja reconhecida cada vez mais e melhor aproveitada pela sociedade. Se a regulamentação da profissão surgiu muito depois da existência das próprias práticas e dos processos teóricos de desenvolvimento da comunicação, não vai ser a desregulamentação que vai impor o fim do jornalismo e dos jornalistas. A reserva de mercado acabou, mas não o conhecimento adquirido em anos de estudos, pesquisas e experiências nos cursos de graduação e pós-graduação. O no fututo? Bem, isso o próprio futuro responderá, porém todos aqueles que pensam a comunicação podem indicar o caminho.
Escrito por José Carlos Ferreira às 21h34
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Bastidores políticos em movimento
Quem quer reforçar o seu time de candidatos e apoiadores nas eleições gerais do ano que vem precisa se apressar, pois faltam menos de três meses para o fim do prazo de filiação partidária para fins eleitorais. Claro, os apoiadores odem chegar a qualquer hora, mas é bom encorpar a equipe o mais cedo possível. É isso que todos os partidos estão fazendo nos bastidores: procurando reforços. E se o fim do prazo vai se aproximando, a movimentação nos bastidores cresce. Está interessante observar esses movimentos, pois eles já vão projetando a eleição seguinte, a municipal e quando a cena toda se completar poderemos ter surpresas. É esperar para ver.
Escrito por José Carlos Ferreira às 17h45
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Mudança de plano
Bueno, ao que tudo indica, o técnico Tite vai parar com essa ladainha de que precisa poupar jogadores no Inter "para não estourar" ninguém e vai mandar titulares contra o Náutico em Recife no domingo. Se tem alguém estressado, põe de lado, mas não dá para crer que um time inteiro vai emperrar pela sequência de jogos. Ou a preparação física não funciona. E outra: jogador que jogar sempre, cada um sabe seu limite e quando não der para suportar vai pedir para parar or um tempo. Simles assim.
Escrito por José Carlos Ferreira às 17h38
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Dupla pálida
Recomeçando pelo esporte, houve a queda gaúcha nesta semana no futebol. Primeiro o Inter, perdendo o título da Copa do Brasil para o Corinthians em pleno Beira-Rio, mesmo com minha presença na arquibancada. O que é isso? Nunca tinha visto o Inter ser vice-campeão comigo presente. Mas, sempre tem uma primeira vez e espero que tenha sido a única. Agora, o time pagou por essa besteira de poupar jogadores aqui e ali nos jogos anteriores. Quem foi que inventou essa bobagem? Aí quebra o ritmo de jogo dos caras, além do entrosamento do conjunto, e dá nisso. Que a lição tenha sido aprendida no Beira-Rio. No Olímpico não esperava outra coisa. O Grêmio, até então, só tinha enfrentado adversários abaixo da crítica. Ora, uma Libertadores com equipes tão ruins, sendo representantes de suas nações, só comprova que o Brasil tem o melhor futebol do continente com léguas de distância para os demais países, inclusive a Argentina. Aí, quando o Tricolor encara um compatriota, tomba sem esforço para adversário, tamanha a fragilidade do time da Azenha. O Cruzeiro fez o resultado ao natural no primeiro jogo, mesmo tendo levado dois sustos no comecinho, e em Porto Alegre jogou pro gasto, ampliando a vantagem na etapa inicial. Dois resultados justos pelo que se propuseram os vencedores e pelo que facilitaram os gaúchos. Agora o Grêmio vai desmontar parte da equipe para pagar contas; reconstruir essa equipe, com certeza mais barata (mas talvez não mais ruim, é bom que se diga), e tentar fugir do trirrebaixamento. Claro que até pode pensar em título ainda, mas esse sonho é bem mais palpável ao Inter, que possui um conjunto muito superior. Aliás, para mim, o Inter ainda tem o melhor grupo do País na atualidade. O que lhe falta é coerência no comando técnico, coragem nesse mesmo setor e liderança em campo. Coerência ao propor um padrão e sustentá-lo com as peças corretas, não com invenções sob o estúpido argumento de poupar atletas. Coragem para tirar quem já não dá mais resposta eficiente, como se fez com o Álvaro e deveria se fazer com Índio e Magrão, por exemplo, e nem insistir em Giulianos e Ariltons da vida, pois dali se sabe que não sai nada além do que já mostraram. E precisa alguém assumir em campo a liderança que outrora exerceram Fernandão, Iarley, Clemer e Alex.
Escrito por José Carlos Ferreira às 17h24
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Demorou, mas voltou
Olá. Pois então, estava com saudade desse blog. Na época da última postagem, o tempo já andava curto para cuidar do blog. Agora, vou testar se estou mais organizado e tentar retomar o espaço periodicamente (hehehehe ... é, pode ser diário, horário, semanário, vamos ver o que acontece). Obrigado pela visita e não deixe de colaborar com seus comentários.
Escrito por José Carlos Ferreira às 17h09
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Recuo dos vereadores
Já era de se esperar. Diante da rejeição do público, cresce a tendência de os vereadores de Santa Cruz do Sul acatarem o veto do prefeito José Alberto Wenzel (PSDB) à lei de aumento dos salários dos próprios parlamentares e dos secretários municipais. Inclusive, a votação pode ser unânime, como foi o da aprovação dos reajustes.
Para o vereador Ari Thessing (PT), presidente da Comissão de Finanças e Orçamentos, propositora da lei, admitiu à Gazeta do Sul que a reação popular é o motivo para o recuo. Porém, segundo o petista, os salários dos parlamentares fica atrelado aos dos servidores municipais, com reajustamento em igual índice percentual. De acordo com a lei aprovada na Câmara, o vínculo passaria a ser aos reajustes dos deputados estaduais, cujos percentuais de aumento são menores no período de quatro anos. Todavia, nesse caso, os vencimentos dos vereadores seriam estabelecidos no limite máximo de relação aos dos deputados, ou seja, 50% do que ganha o legislador estadual.
Escrito por José Carlos Ferreira às 16h30
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Salários do Legislativo e do Executivo
Prefeito José Alberto Wenzel (PSDB) vetou, na quinta-feira, 17, os aumentos de 27,15% nos salários dos vereadores de Santa Cruz do Sul e de 1,06% nos dos secretários municipais. Do projeto de lei que estabelece os vencimentos dos eleitos em outubro próximo, passou pela sanção do chefe do governo apenas a redução dos salários do prefeito e do vice. Leia na Gazeta do Sul mais detalhes da notícia.
Agora, os vetos vão à Câmara e os parlamentares devem decidir se os mantêm ou rejeitam. Falta apenas saber quando isso ocorrerá. Pode ser em sessão extraordinária em fevereiro ou em março, quando volta o período normal de reuniões. Arrisco um palpite: seis votos a cinco pela manutenção dos vetos. Esse resultado, entretanto, pode vir com um placar um pouco mais folgado devido à péssima repercussão que a aprovação dos aumentos teve na comunidade.
Escrito por José Carlos Ferreira às 12h07
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Voltou ao normal
Como o blog ficou desatualizado por um bom tempo, é bom que se esclareça que a Prefeitura de Santa Cruz do Sul retomou as ações de comunicação normalmente. Amparado por uma liminar do Tribunal de Justiça, que interrompeu os efeitos da lei da mordaça promulgada pelo ex-presidente da Câmara, Ilário Keller (PTB), em dezembro, o governo municipal recolocou o site oficial no ar e voltou a distribuir farto material de imprensa. O mérito da ação direta de incosntitucionalidade ainda precisa ser julgado.
Escrito por José Carlos Ferreira às 11h51
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Prefeitura muda
Um governo sem comunicação com a sua população. Assim está Santa Cruz do Sul desde esta sexta-feira, quando o prefeito José Alberto Wenzel (PSDB) decidiu suspender toda divulgação da Prefeitura por qualquer meio. Tudo por causa de uma estúpida lei de autoria do vereador Irton Marx (PR), que proíbe a publicidade do Executivo no próprio município, com a justificativa de economizar os recursos para este fim – estimados em R$ 500 mil por ano – e aplicá-los em outras áreas. A única exceção é com relação às publicações legais obrigatórias.
O projeto de lei 15/L/2007, que propôs a proibição, foi aprovado por unanimidade no dia 8 de outubro. Ou seja, contou com os votos dos três parlamentares governistas. Wenzel vetou a proposta, mas por nove votos a dois a Câmara derrubou o veto. O presidente do Legislativo, Ilário Keller (PTB), promulgou a lei. A medida vale também para a Câmara.
A lei prevê que o Legislativo pode autorizar o Executivo a firmar contrato de publicidade, publicação, patrocínio ou marketing, desde que elabore projeto específico para cada finalidade. Permite, ainda, que a Prefeitura faça divulgação, em veículos de comunicação de outros municípios, de eventos locais, como a Oktoberfest, o Enart, rodeio estadual e corridas estaduais e nacionais no autódromo internacional.
O governo Wenzel estuda recorrer ao Supremo Tribunal Federal com uma ação direta de inconstitucionalidade dessa lei. Até lá, porém, as comunicações da Prefeitura de Santa Cruz para a população ficarão canceladas, inclusive no site do município (www.santacruz.rs.gov.br). Uma Prefeitura muda.
Escrito por José Carlos Ferreira às 15h37
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Lula não sente firmeza no Congresso
O ministro Guido Mantega, da Fazenda, já se debruça sobre alternativas do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante de uma eventual rejeição da prorrogação da CPMF. Sem os R$ 40 bilhões que a continuidade do tributo colocaria nos cofres do Palácio do Planalto, a fonte dos recursos precisa ser outra e não se descarta um corte nas verbas do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC.
Mas, para o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), seja qual for o plano B proposto por Mantega, será apenas um "arremedo de saída". Jucá ressalta que a aprovação da prorrogação da CPMF é imprenscindível para a saúde financeira dos governos federal e estaduais. A oposição não entende assim e garante que já tem os votos suficientes para derrubar a proposta de continuidade da contribuição.
Escrito por José Carlos Ferreira às 16h26
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Mais vozes para os aliados de Yeda
Final de um ano atribulado, com o dinheiro cada vez mais curto e desavenças dentro da da base do governo, Yeda Crusius (PSDB) tenta começar 2008 mais fortificada politicamente. Para isso, vai dar mais ouvidos aos partidos aliados. E já a partir da próxima segunda-feira.
Nesta quinta ela confirmou que o Conselho Político será ampliado. O colegiado passará a contar com o secretário geral de cada partido, além do líder da bancada e do presidente estadual. Na Assembléia Legislativa, outra mudança: o deputado tucano Adilson Troca deve passar a liderança do governo para a colega Zilá Breitenbach. A ex-prefeita de Três Passos era tida como certa para o cargo antes da instalação da admnistração de Yeda no Palácio Piratini, mas prevaleceu a maior experiência de Troca no Palácio Farroupilha e Zilá ficou com a liderança do PSDB no Legislativo.
Escrito por José Carlos Ferreira às 16h12
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Uma nova dobradinha pintando
O frentão de oposição ao governo Wenzel que se desenha para a eleição municipal do ano que vem começa a passar dos rabiscos para as linhas definidas. Como era previsto, o campo majoritário do PT, que defende a aliança com o grupo liderado pelo deputado federal Sérgio Moraes (PTB), segue no comando do partido por mais dois anos e a coligação deve mesmo emplacar em 2008.
E aí, como será formada a dobradinha para enfrentar o prefeito José Alberto Wenzel (PSDB) e seu/sua vice? Moraes insiste que o PTB terá a cabeça de chapa (com um petista de vice) e retornará à Prefeitura de Santa Cruz do Sul em 1º de janeiro de 2009. O vereador Ilário Keller, presidente da Câmara Municipal, e a deputada estadual Kelly Moraes são os nomes mais lembrados quando se fala em prefeituráveis pelo PTB. Já o PT também anuncia que quer dar o candidato a prefeito, tendo como certo o nome de Luiz Augusto Costa a Campis, sociólogo e ex-reitor da Universidade de Santa Cruz do Sul.
Conta o pássaro falador que 2008 deve começar com as posições dos candidatos na chapa de oposição definidas. A combinação seria PT/PTB, prefeito/vice. Campis deve ir para o debate com Wenzel, mas ao seu lado não estaria nem Kelly nem Ilário. O nome da vez seria o da ex-secretária municipal do Turismo, Esportes e Lazer e atual secretária estadual da área, Marla Rejane Fontoura Hansen. Ela tem o apoio do casal Moraes, já provou possuir significativa densidade eleitoral no município e é de fácil trânsito por vários setores da comunidade.
É a eleição municipal de 2008 em campo.
Escrito por José Carlos Ferreira às 18h55
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